Blog escrito por um passofundense que há muito adotou Vacaria como sua segunda terra natal. Gosto de sair pela cidade, fotografando e fazendo novos amigos e cultivando os que já tinha. Espero poder usar este espaço, para ajudar àqueles que me prestigiarem com sua leitura, a repensar a vida, rever conceitos ou apenas rir com possíveis motivos que eu dê.
terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
INTER Campeão Gaúcho de 2011
Presto aqui minha homenagem ao meu time do coração , o Sporte Clube Internacional de Porto Alegre, o qual nos últimos dez anos, tornou-se o clube brasileiro que mais acumulou títulos, dando as maiores alegrias a sua imensa torcida. Em um GRENAL eletrizante, em que precisava vencer com dois gols de diferença para ser campeão, o Inter saiu perdendo o jogo, face a má escalação de seu treinador, o ídolo Falcão, o Rei de Roma, que montou um time extremamente cauteloso e que chamou de imediato, o Grêmio para seu campo de jogo. Vale lembrar que a partida era no campo adversário e que vínha-mos de uma derrota de 3 x 2 no Beira Rio.Havia quarenta mil gremistas empurrando seu time "imortal" e nós estávamos com aproximadamente dois mil e quinhentos bravos guerreiros para enfrentá-los. Eis que num lampejo de mestre, Falcão sacou do time um zagueiro, pois estava com três e colocou o jogador Zé Roberto, para mim um excelente jogador, mas para a maioria da torcida um craque contestado. Não é que deu certo ! Na primeira subida do Zé até a linha de fundo, ele cruzou para o Damião que chutou cruzado e fez o primeiro gol colorado. Delírio total do nosso lado e início de preocupação no dos azuis. Ainda no primeiro tempo, o Andrezinho que vinha jogando bem, levou um chute e ficou mancando em campo. Dessa vez a preocupação era nossa, pois o Falcão não substituia o nosso jogador lesionado e temíamos pelo pior. Aí novamente apareceu quem ? Hã ? O Zé Roberto que cobrou um escanteio com maestria na área grande e a bola deu rebote indo direto no pé de Andrezinho que do meio da lua chutou a fez nosso segundo gol. Foi o gol do homem de uma perna só. Acabou o primeiro tempo em seguida ao gol. Na volta para o segundo tempo o Andrezinho retornou, ainda mancando.O Renan fez belas defesas e o Vitor também o que deixava o GRENAL cada vez mais sensacional. Aos 27 minutos Zé Roberto entra na área e é derrubado pelo goleiro Vitor. PENALTI.Dalessandro cobrou e o Inter fez 3 x 1 no grêmio. Com esse resultado estávamos conquistando o campeonato. Mas quem tem Renan no gol, sempre está aguardando por fortes emoções. Aos 35 minutos, Renan não segurou firme um cruzamento dentro da área e soltou a bola no pé do Borges que fez o segundo gol gremista, levando a partida para os pênaltis. Nas penalidades, brilhou a estrela do Renan e enquanto ele pegou três pênaltis o Vitor pegou dois, cabendo a honra de bater a última penalidade, como não podia deixar de ser, ao Zé Roberto que chutou, fez o gol e foi comemorar com a torcida o 40° título gaúcho de Internacional.
A charge é minha e as fotos são do site www.clicrbs.com.br
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Recebi de meu amigo Kroeff , de Passo Fundo, um poema que está circulando no internet e que achei lindo demais, motivo pelo qual estou repassando a vocês.
A velhinha mal humorada
Quando uma velha senhora morreu na seção para o tratamento de doenças
da velhice em uma pequena clínica perto de Dundee, na Escócia,
todos estavam convencidos de que ela não havia deixado nada de valor.
Então, quando as enfermeiras verificaram seus poucos pertences,
eles encontraram um poema.
Sua qualidade e conteúdo impressionaram todas as pessoas,
e todas as enfermeiras queriam uma cópia da mesma.
Uma delas levou uma cópia para a Irlanda.
A única herança que a velha deixou a seus sucessores foi publicado na
edição de Natal da notícia da União para a Saúde Mental na Irlanda do Norte.
Este poema, simples mas eloqüente, também foi apresentado com slides.
Então, esta velha senhora da Escócia,
sem posses materiais para deixar ao mundo,
é a autora deste poema "anônimo" que circula na Internet.
A Velha Rabugenta
Que vêem amigas?
Que vêem ?
Que pensam quando me olham?
Uma velha rabugenta não muito inteligente de hábitos incertos,
com seus olhos sonhadores fixos ao longe?
A velha que cospe comida que não responde ao tentar ser convencida...
“De, fazer um pequeno esforço?"
A velha, que vocês acreditam que não se dá conta das coisas que vocês
fazem e que continuamente perde a sua escova ou o sapato?
A velha, que contra sua vontade,
mas humildemente lhes permite a fazer o que queiram,
que me banhem e me alimentem só para o dia passar mais depressa....
É isso que vocês acham?
É isso que vocês vêem?
Se assim for, abram os olhos,
amigas, porque isso que vocês vêem não sou eu!
Vou lhes dizer quem sou, quando estou sentada aqui, t
ão tranquila como me ordenaram...
Sou uma menina de 10 anos,
que tem pai e mãe, irmãos e irmãs que se amam.
Sou uma jovenzinha de 16 anos.
Com asas nos pés, e que sonha encontrar seu amado.
Sou uma noiva aos 20,
Que o coração salta nas lembranças,
Quando fiz a promessa.
Que me uniu até o fim de meus dias com o AMOR de minha vida.
Sou ainda uma moça com 25 anos,
Que tem seus filhos,
Que precisam que eu os guie...
Tenho um lugar seguro e feliz!
Sou a mulher com 30 anos.
Onde os filhos crescem rápido,
E estamos unidos com laços que deveriam durar para sempre...
Quando tenho 40 anos
Meus filhos já cresceram
E não estão em casa...
Mas ao meu lado está meu marido
Que me acalente quando estou triste.
Aos cinquenta, mais uma vez comigo
deixam os bebês, meus netos,
e de novo tenho a alegria das crianças,
meus entes queridos junto a mim.
Aos 60 anos, sobre mim nuvens escuras aparecem,
meu marido está morto;
e quando olho meu futuro me arrepio toda de terror.
Os meus filhos se foram, e agora tem os seus próprios filhos...
Então penso em tudo o que aconteceu e no amor que conheci.
Agora sou uma velha.
Que cruel é a natureza....
A velhice é uma piada.
Que transforma um ser humano.
Em um alienado.
O corpo murcha.
Os atrativos e a força desaparecem.
Ali onde uma vez teve um coração.
Agora há uma pedra.
No entanto, nestas ruínas, a menina de 16 anos ainda está viva.
E o meu coração cansado, ainda está repleto de sentimentos.
Vivos e conhecidos.
Recordo os dias felizes e tristes.
Em meus pensamentos volto a amar e a viver o meu passado.
Penso em todos esses anos Que foram, ao mesmo tempo poucos.
Mas que passaram muito rápido, e aceito o inevitável..
Que nada pode durar para sempre...
por isso, abram seus olhos e vejam.
Diante de vocês não está uma velha mal-humorada.
Diante de vocês estou apenas “EU...”
Uma menina, mulher e senhora.
Viva...!! E com todos os sentimentos de uma vida...
Lembrem deste poema da próxima vez que se encontrar com uma pessoa idosa mal-humorada e não a rejeitem, sem olhar primero a sua Alma Jovem…
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